OPINIÃO: HR-V mostra que Honda leva o Brasil a sério

hrv

(Marco ASA) – Os japoneses são comedidos em seus lançamentos mas, quando o fazem, causam espanto. Honda e Toyota, por exemplo, não fazem muito alarde, mas têm produtos de primeira, como Civic (Honda) e Corolla (Toyota). Exceção à regra para o Etyos, da Toyota. Alguém, um dia, disse que o gosto do brasileiro para carro é igual ao do indiano, afinal, “é tudo terceiro mundo, BRICs”. Agora, temos que aguentar um carro feio pra caramba, mas que ainda vende bem por causa da qualidade mecânica da Toyota. Aliás, já disse em outro artigo que, se o Etyos fosse bonito, a Toyota será líder do mercado.

Mas, vamos falar de Honda. Com o lançamento do SUV urbano HR-V, ela mostrou que acredita, de verdade, que o brasileiro tem bom gosto. Além disso, partindo de R$ 69.900,00 (LX MT), vai brigar com o Ford Ecosport, que é bonito (o branco, de frente, parece o guerreiro da Força, de Star Wars), mas tem um acabamento “plastificado” e é caro pelo que oferece. Com o Honda, teremos um lançamento realmente mundial, com acabamento de carro mundial, que pode ser vendido na Inglaterra, sem problemas. Não é como o Eco, que começou a ser vendido na Europa com acabamento de Fusion (aqui é acabamento de Ka).

O HR-V é o primeiro veículo com produção nacional a trazer freio de estacionamento eletrônico (EPB) e sistema Brake Hold de série. Toda a linha HR-V traz, de série, o controle de tração/estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist) e o sistema de direção MA-EPS (Motion Adaptive Electric Power Steering). Esse dispositivo interpreta o movimento do motorista favorecendo ou enrijecendo o esterço da direção quando o carro começa a sair da trajetória em uma curva, auxiliando na retomada do controle do veículo. O motor i-VTEC 1.8 gera potência máxima de 139 cv a 6.300 rpm e torque de 17,44 kgfm a 5.000 rpm com a utilização de etanol – quando abastecido com gasolina, são 140 cv a 6.500 rpm e 17,34 kgfm a 4.800 rpm. Além da opção de transmissão manual com seis velocidades (exclusiva para a LX), a versão de entrada conta com a CVT (Continuously Variable Transmission – Transmissão Continuamente Variável). Esse câmbio também foi adotado nas versões EX e EXL.

Além disso, o carro é lindo!

Confesso que tenho um apego ao Renault Duster e sua origem quase socialista (foi criado na Romênia, pela Dacia), mas tiro o chapéu aos japoneses da Honda.

Confira os preços do novo Honda:

Preços públicos sugeridos:

LX MT – R$ 69.900
LX CVT – R$ 75.400
EX CVT – R$ 80.400
EXL CVT – R$ 88.700
* Acréscimo de R$ 1.200 para pintura metálica/perolizada
honda

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