São Paulo terá ônibus elétricos chinês e brasileiro

 

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(Marco ASA) – Um ônibus chinês da marca BYD, totalmente elétrico, já está circulando pelas ruas da cidade de São Paulo. Chamado de e-Bus, o coletivo conta com 504 células de fosfato de ferro para ser alimentado, sendo totalmente elétrico e, ao contrário dos trólebus elétricos que já circulam na capital paulista, não precisa de cabos para alimentar seu motor.

A SPTrans, empresa da Prefeitura que gerencia o sistema de ônibus, fará o e-Bus circular sem passageiros, e utilizará 81 bombas de água de 50 kg cada um para simular o peso das pessoas em carregamento máximo. O coletivo tem autonomia para percorrer até 250 quilômetros. Segundo a Secretaria Municipal dos Transportes, em média, um ônibus da cidade hoje anda 230 quilômetros durante um dia.

Em meados de março de 2014, mais dois ônibus a bateria chegarão da China já com as especificações feitas pela Prefeitura, o que os tornará aptos a rodar com passageiros. 

EMTU também tem ônibus elétricos – 

Começa a ser testado este mês no trecho Diadema-Brooklin, na grande São Paulo, o primeiro ônibus elétrico brasileiro movido por baterias. O E-Bus, como é chamado, foi criado em parceria pelas empresas japonesas Mitsubishi Heavy Industries e Mitsubishi Corporation e a brasileira Eletra, especializada em veículos de transporte urbano com tração elétrica, e foi apresentado à imprensa na terça-feira, 19.

O chassi do veículo é da Mercedes-Benz, a carroceria da Induscar/Caio e o sistema de tração e o motor elétrico da WEG. A concessionária Metra e a EMTU/SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo) são responsáveis pelos testes iniciais, ainda com cargas. A partir do ano que vem, passageiros serão transportados no ônibus elétrico pagando pelo mesmo preço de um trólebus comum. Se aprovado, a expectativa do governo de São Paulo é de que 40 ônibus como este passem a circular neste corredor, mas ainda não há prazo definido.

Com 18 metros de comprimento, o veículo articulado transporta até 150 passageiros e tem autonomia operacional de 200 quilômetros. Suas baterias, de lítio-íon, fornecidas pela Mitsubishi do Japão, têm 10 anos de vida útil e poderão ser recarregadas de duas maneiras. Com sistema de recarga manual, que fica na sede da Metra, em São Bernardo do Campo, o processo demora cerca de 2 horas para repor 80% da bateria e será realizado após o horário de circulação do ônibus. Já o de carga rápida, feito no terminal de Diadema, repõe 15% da energia em apenas 5 minutos, o suficiente para o veículo fazer uma viagem.

(Informação do Estadão e da Fenabrave-MS)

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